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bibliadascelebridades:


"Estava Evair com seu manto de ouro fino, sentado no trono de Roma. Flâmulas verdes cobriam os cantos do salão, e uma jaula ocupava o seu centro. Eis que o imperador disse: ‘Onde está o general que mandei vir da Judeia?’. Um conselheiro que ceava manjares de amendoim respondeu, apontando para a jaula de ferro: ‘Ali’. De lá vinham urros de besta do campo. Evair ordenou então que abrissem a caixa. E saiu Edmundo, o niteroíta, com um pedaço de madeira atravessado entre os lábios. Juntos, os dois lideraram o romanos nos campos consagrados. Mais de uma vez arrasaram os itaqueritas acampados em Corinto, que praguejavam: ‘Há um animal na corte de Roma’."

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"Estava Evair com seu manto de ouro fino, sentado no trono de Roma. Flâmulas verdes cobriam os cantos do salão, e uma jaula ocupava o seu centro. Eis que o imperador disse: ‘Onde está o general que mandei vir da Judeia?’. Um conselheiro que ceava manjares de amendoim respondeu, apontando para a jaula de ferro: ‘Ali’. De lá vinham urros de besta do campo. Evair ordenou então que abrissem a caixa. E saiu Edmundo, o niteroíta, com um pedaço de madeira atravessado entre os lábios. Juntos, os dois lideraram o romanos nos campos consagrados. Mais de uma vez arrasaram os itaqueritas acampados em Corinto, que praguejavam: ‘Há um animal na corte de Roma’."

Motivo de eu estar tanto tempo sem postar nada.

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ACORDA BRASIL: Redução de pirataria de software em 10 pontos percentuais pode somar US$ 4 bilhões ao PIB brasileiro

Lembrei do "Jogo Justo", que visa a redução dos impostos nos games

A redução da pirataria no Brasil em 10 pontos percentuais ao longo dos próximos quatro anos resultaria em US$ 3,9 bilhões de receita adicional para as empresas do setor/PIB, dos quais 74% permaneceriam na economia brasileira; US$ 888 milhões adicionais em impostos; e na criação de 12,3 mil novos postos de trabalho de alta qualificação e remuneração

A redução da pirataria cria um efeito cascata na economia e, além de gerar receitas para a indústria de software, traz ganhos para empresas de serviços e distribuição ligadas à tecnologia de informação (TI). Esta atividade econômica adicional, por sua vez, gera empregos e proporciona maior arrecadação de impostos — e quanto mais rapidamente a pirataria for reduzida, maiores os retornos. Estas são algumas conclusões do estudo “Os Benefícios Econômicos da Redução da Pirataria de Software”, apresentado pela Business Software Alliance – BSA e pela IDC, o qual projeta o impacto de uma diminuição significativa desse problema em 42 países.

O estudo avalia que baixar a taxa de pirataria do Brasil dos atuais 56% para 46% nos próximos quatro anos resultaria em um aporte extra de US$ 3,9 bilhões para as empresas do setor. Ao contrário de uma percepção popular, o estudo avaliou que 74% dos ganhos permaneceriam na economia local.

Os impostos adicionais arrecadados pelo País nesse período totalizariam US$ 888 milhões e 12,3 mil novos postos de trabalho em seriam gerados, de alta qualificação e remuneração.

O estudo ainda conclui que os benefícios são maiores quando a redução da pirataria é feita mais rapidamente: se a taxa caísse 10 pontos percentuais nos próximos dois anos em vez de quatro, o aumento na atividade econômica do setor até 2013 alcançaria US$ 5,2 bilhões, e na arrecadação de impostos, US$ 1,1 bilhão – valores 34% maiores que a projeção anterior. Estes US$ 5,2 bilhões equivalem a 34% do faturamento total do setor no Brasil em 2009; e US$ 1,1 bilhão em impostos poderiam cobrir as despesas com a folha de pagamento da USP durante 9 meses.

“A redução da pirataria de software é uma oportunidade de proporcionar à economia brasileira um impulso em um segmento industrial de alto valor agregado, cujo desenvolvimento aufere eficiência e competitividade a todos os outros setores econômicos”, diz Frank Caramuru, diretor da BSA no Brasil. “Para reduzir a pirataria são necessárias ações estruturadas em âmbito educativo, judiciário, policial e político. O Brasil está no caminho certo, reduziu sua pirataria de software nos últimos quatro anos consecutivos em um total de 8 pontos percentuais. E esse estudo aponta que, se multiplicarmos os esforços, multiplicaremos os benefícios para a economia e a sociedade brasileira”, conclui Caramuru.

Ações recomendadas para multiplicar os benefícios para o Brasil

· Aumentar a conscientização do público sobre o valor da propriedade intelectual e a prática comercial de gerenciar e otimizar os ativos de software através da gestão de ativos de software (SAM).

· Implementar o Tratado sobre Direitos Autorais da Organização Mundial de Propriedade Intelectual – OMPI para criar um ambiente legislativo eficiente para a proteção de direitos autorais, on-line e off-line.

· Reforçar e dinamizar mecanismos de repressão contra violação de propriedade intelectual, a partir do Acordo sobre Aspectos Comerciais dos Direitos de Propriedade Intelectual da Organização Mundial do Comércio (TRIPS) e assegurar rigorosa repressão à apropriação indevida e violação de novas inovações de software, tais como tecnologias de computação em nuvem. O Brasil já possui estes mecanismos, mas o tempo de julgamento dos processos dificulta sua aplicabilidade.

· Intensificar a aplicação das leis de proteção a propriedade intelectual com recursos específicos, inclusive maior número de unidades especializadas na repressão à violação de propriedade intelectual, e melhorar a cooperação internacional entre autoridades policiais.

· Liderar pelo exemplo, demonstrando um comprometimento com o uso de software legítimo por meio de políticas SAM ativas e promovendo o uso de software legítimo por todas as agências e empresas estatais, por prestadores de serviços e fornecedores do governo.

Dados globais

O estudo avalia que reduzir o índice de pirataria de software global em 10 pontos percentuais em quatro anos criaria US$ 142 bilhões em nova atividade econômica, mais de 80% em média para as indústrias locais; US$ 500 mil novos empregos de alta qualificação no setor; e cerca de US$ 32 bilhões em receitas de impostos. No ritmo mais rápido, em dois anos, seriam US $193 bilhões em atividade econômica adicional e US$ 43 bilhões a mais em impostos.

Rússia e China

Reduzir a pirataria de software em 10 pontos percentuais em um curso espaço de tempo é um objetivo ambicioso, mas realizável. O índice russo foi diminuído em 10 pontos percentuais entre 2005 e 2007. Na China, caiu 10 pontos entre 2003 e 2006.

A BSA e o IDC conduziram o primeiro estudo sobre o impacto econômico de se reduzir a pirataria em 2003. Desde então, seis países conseguiram reduzir seu índice de pirataria em 10 pontos ou mais, mais notavelmente Rússia e China.

Aplicando o modelo analítico do estudo deste ano para o período de tempo quando essas reduções ocorreram na Rússia, o IDC teria previsto a criação da aproximadamente 6 mil novos empregos como um resultado direto de pirataria de software mais baixa. De fato, a Rússia criou cerca de 9 mil empregos em resultado direto da redução, entre um total de 50 mil empregos criados pela a indústria de TI russa com um todo devido ao crescimento do mercado.

Na China, o modelo haveria previsto a criação de 200 mil novos empregos com a venda, distribuição e prestação de serviços de software. De fato a China criou 220 mil empregos como um resultado direto de uma taxa de pirataria mais baixa, de um total de 780 mil empregos devido ao crescimento autônomo do mercado.

Metodologia
O método da IDC para avaliar o impacto econômico da redução de pirataria de software para PC inclui cinco etapas:

1. Avaliar a economia de TI local — receitas, empregos e impostos relacionados à TI.

2. Determinar as relações entre despesas com software legítimo e despesas com serviços e distribuição de TI em cada mercado.

3. Calcular a diferença entre as receitas perdidas por fabricantes de software, empresas de serviços e distribuidores de TI com o índice atual de pirataria de software e com um índice de pirataria 10 pontos percentuais menor.

4. Analisar o impacto do aumento de gastos com software legítimo em termos da geração de empregos relacionados a software.

5. Calcular as receitas tributárias relacionadas a TI que seriam geradas por esse aumento da atividade econômica e geração de empregos.

O estudo “Os Benefícios Econômicos da Redução da Pirataria de Software” é baseado no Modelo da IDC para avaliar o impacto da pirataria, que incorpora pesquisas sobre gastos com TI e pirataria de software em nível mundial, juntamente com informações sobre empregos e impostos relacionados a TI. Para mais informações e uma descrição completa da metodologia, veja o relatório completo no site www.bsa.org/piracyimpact.

Fonte: Paulo Burnquist / Primeira Página

68% dos computadores dos domicílios no Brasil são desktops

O consumo de computadores no país está em fase de crescimento acelerado, e a CVA Solutions analisou o perfil deste mercado no Brasil. Em uma pesquisa feita com 7.200 usuários destes produtos em todo o país, a empresa chegou ao resultado de que 68% dos computadores dos domicílios são desktops, e 32% são os portáteis, que envolvem os notebooks – 30% - e os netbooks – 2%.  

A pesquisa envolveu pessoas de 18 a 65 anos ou mais, de diversas classes sociais, com renda familiar mensal de R$500 a R$12.700 ou mais, moradoras das regiões Norte, Nordeste, Sul, Sudeste e Centro Oeste, sendo que dentro da região Sudeste, os Estados com destaque foram São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.

O sistema operacional que domina os computadores analisados é o Windows, presente em 95% deles. O sistema operacional MAC está presente em 1% dos computadores, abaixo ainda do Linux, com 3%.  

A Positivo é líder de presença de desktops nos domicílios, mas perde para a Dell, HP e Acer em note/netbooks. Do total da amostra, a Positivo lidera a presença de desktops nas regiões Sul e Sudeste, porém no Sudeste, apenas nos Estados do Rio de Janeiro e São Paulo. Nas regiões Norte e Centro Oeste, Nordeste e em Minas Gerais, a LG é quem mais está presente.

Já na presença dos computadores portáteis a liderança varia por região. Do total analisado, a Dell é a marca mais presente nos domicílios em computadores portáteis, porém é líder apenas no Estado de São Paulo. Nas regiões Norte e Centro Oeste, Sudeste e no Estado do Rio de Janeiro, quem domina é a HP. A Acer se destaca na região Sul e no Estado de Minas Gerais. E na região Nordeste, a Positivo é a marca mais presente nos domicílios.

Na comparação de perfil de acordo com a renda familiar, as marcas HP e Dell se destacam nos domicílios com renda acima de R$9.700, enquanto CCE e Acer nos domicílios com renda até R$1.194.

Extra Supermercados e Casas Bahia são os dois estabelecimentos que mais venderam desktops para os domicílios estudados, de acordo com a pesquisa da CVA Solutions. Do total analisado, 52% dos usuários de computadores da marca Megaware compraram seus equipamentos no Extra Supermercados. Porém, desktops da marca Dell são mais vendidos no próprio site do fabricante, deixando para trás todos os locais de revenda, assim como os notebooks, que detém uma margem de 58% de vendas pelo site.

E no caso das vendas dos portáteis, a Lojas Americanas é quem aparece em segundo lugar, atrás da Dell, e alavanca as vendas de Intelbras, Itautec e CCE. Extra Supermercados, Ponto Frio e Submarino aparecem na sequência de liderança de vendas.

Nota Média 

O mercado de computadores obteve 8,04 de nota média de Valor Percebido (Custo-Benefício), a nona melhor nota dentre os 21 setores da economia analisados, sendo o mais alto o mercado de Eletrodomésticos, com 9,28, e o mais baixo o mercado de Planos de Saúde, com 6,27.

Para os consumidores de desktops, o Valor Percebido é impactado em 62% pelos Custos e em 38% pelos benefícios. As marcas Positivo, Megaware, CCE, Intelbras, Compaq, Amazon PC, Acer e Lenovo tiveram uma nota inferior à média da concorrência. Samsung, Dell, HP, STI, Sony e AOC tiveram nota acima dos concorrentes. Já a LG, Asus, Itautec e Philips estão em paridade com o mercado. E somente a Apple tem Valor Percebido muito acima da concorrência, no chamado padrão World Class.

No mercado de computadores portáteis, Positivo, CCE, Amazon PC, Asus e Philips estão com seu Valor Percebido abaixo da média do mercado. Dell, Sony, Intelbras e Apple estão acima da média da concorrência. E as marcas HP, Acer, STI, Itautec, LG, Lenovo e Samsung estão em paridade com a média das concorrentes.

Para os consumidores de desktops e computadores portáteis, a questão da durabilidade do computador foi o atributo mais importante dentro de Benefícios. Já dentro de Custos, o item mais importante foi o custo para conserto e manutenção.

Para os consumidores de desktops da Apple, os maiores motivos para a escolha da marca são: reputação do fabricante, performance e velocidade, experiência anterior com a marca e recomendação de amigos e familiares.

No mercado dos computadores portáteis, nenhuma marca tem Valor Percebido World Class, excepcionalmente melhor que os concorrentes. Dell, Sony, Intelbras e Apple têm seu valor percebido acima da média dos concorrentes dentro deste mercado.

Dentro deste nicho, os principais motivos que influenciaram a compra de seus equipamentos foram: para os consumidores de Apple, performance e velocidade e estética e desing; para os que optaram pela Dell, experiência anterior com a marca; para os usuários de HP, reputação da marca; para os que têm portáteis da Samsung, estética e design; e para os consumidores de Sony, reputação da marca, performance e velocidade e experiência anterior com a marca.

Quando analisada a força da marca, que reflete a capacidade de atrair novos consumidores, se destacam em desktops: Dell, HP e LG. Em portáteis se destacam: Dell, HP e Sony.

Fonte: Adriana Fernandes / Trópico Comunicação

Nós tuitamos, vós tuitais, eles tuitam

Se Aurélio Buarque de Holanda Ferreira, principal lexicógrafo brasileiro – cujo nome virou sinônimo inequívoco da palavra “dicionário” – ainda estivesse vivo, completaria 100 anos em 2010. É possível que ele também fosse uma das grandes celebridades do Twitter, com milhares de seguidores inebriados pelas tuitadas geniais do mestre da Língua Portuguesa.

O grande escritor e crítico literário alagoano teria, possivelmente, um blog entre os mais lidos da web nacional e um celular provido de tecnologia blue tooth. Sua opinião sobre a popularização dos e-books jamais será desvendada, porém, é de se acreditar que ele lutaria pela imortalidade dos livros impressos. Conjecturas à parte, uma verdade é incontestável: se vivo estivesse, Aurélio Buarque de Holanda Ferreira conheceria todas essas palavras estrangeiras - já indissociáveis do vocabulário cotidiano atual - agora perpetuadas na 5ª Edição do Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa, lançada pela Editora Positivo.

Entre os diferenciais da nova edição, que chega ao mercado 6% maior do que a versão anterior, estão milhares de novos verbetes e locuções, além de uma relação com as três mil palavras mais utilizadas na escrita contemporânea, retiradas de um acervo com mais de cinco milhões de ocorrências. Um novo projeto gráfico tornou a consulta ainda mais fácil e oferece ao consulente fotografias e os trechos mais marcantes da biografia do autor a cada abertura de capítulo. Outra novidade é a “Fonte Aurélio”, desenvolvida a partir de um estudo da caligrafia original do autor e utilizada para marcar o início das letras do alfabeto. É possível fazer o download gratuito da fonte no site do Dicionário Aurélio (www.aureliopositivo.com.br), reformulado recentemente em homenagem ao centenário do lexicógrafo.

Dentre os novos vocábulos, uma série de estrangeirismos já intrínsecos aos diálogos populares, como ecobag, fotolog, nerd, petit gâteau, pop-up e sex shop.

O uso das abonações – frases que servem para demonstrar a exatidão do significado de uma palavra ou locução – também foi ampliado. O novo Aurélio traz, além das clássicas citações utilizadas em edições anteriores, trechos de novas obras da literatura nacional e internacional, que demonstram como as palavras são utilizadas no discurso real de uma língua viva, orgânica e contemporânea.

Edição Histórica – Nada mais justo que comemorar o centenário de nascimento de Aurélio Buarque de Holanda Ferreira com uma edição especial do seu maior legado. Por isso, a Editora Positivo preparou uma tiragem especial da 5ª Edição do Dicionário Aurélio, com capa especial comemorativa – impressa na cor dourada – e tiragem limitada. Os exemplares da Edição Histórica, como está sendo chamada, serão entregues a personalidades brasileiras reconhecidas pela relação que construíram com a Língua Portuguesa.

A 5ª Edição do Dicionário Aurélio contou com a coordenação de Marina Baird Ferreira – viúva do professor Aurélio – e de Margarida dos Anjos – assistente do autor por mais de quatro décadas –, além de toda sua equipe de lexicógrafos. Em parceria com a Editora Positivo, a equipe trabalha nessa edição desde 2004, visando suprir as necessidades dos consulentes e eliminar dúvidas quanto à definição, uso e grafia das palavras, entre outras utilidades da obra. “Cuidamos da produção editorial dos dicionários e contamos com a parceria de D. Marina para estabelecer as diretrizes do conteúdo das obras”, explica Emerson Santos, Diretor-Geral da Editora Positivo.

Os direitos de publicação das obras Aurélio pertencem, desde 2004, à Editora Positivo – empresa do Grupo Positivo, maior corporação educacional do país, sediada em Curitiba (PR). A partir dessa concessão, o trabalho é focado no aprimoramento e na atualização dessa obra viva da Língua Portuguesa.

Fonte: Paula Batista / Líde Multimídia

A República das Bananas será governada por frutas
Olha, sou do tipo de pessoa que não está nem aí com o que as mulheres frutas fazem ou deixam de fazer com as suas vidas. Agora se alguém tenta tirar vantagem da ignorância de uma sociedade machista e sexuada, se aproveitando do corpo para ganhar votos. Essas fazem literalmente um corpo-a-corpo com os eleitores! Se os políticos “de carreira” já tem seus poréns, com as mulheres frutas… aí que vão f**er de vez!
Veja as propostas políticas das mulheres fruta.

A República das Bananas será governada por frutas

Olha, sou do tipo de pessoa que não está nem aí com o que as mulheres frutas fazem ou deixam de fazer com as suas vidas. Agora se alguém tenta tirar vantagem da ignorância de uma sociedade machista e sexuada, se aproveitando do corpo para ganhar votos. Essas fazem literalmente um corpo-a-corpo com os eleitores! Se os políticos “de carreira” já tem seus poréns, com as mulheres frutas… aí que vão f**er de vez!

Veja as propostas políticas das mulheres fruta.

Vegetarianismo faz mal ao planeta

Se comer mato emagrecesse, o que seria da baleia? Esta foto prova que nem sempre vegetarianismo significa “corpo em forma”…







Existem inúmeras pesquisas e provas por A+B (se quiser procure você mesmo) que vegetarianismo e veganismo são tão nocivos ao meio ambiente quanto nossa dieta, “primitiva” e “canibal”; atendemos pela alcunha de “onívoros”.

Todo mundo com certeza conhece - ou conheceu - algum desses seres “verdes”, que pregam o seu estilo de vida herbo-dependente como a suposta salvação do planeta.

Hoje eu li um artigo no site Planeta Sustentável, que joga por terra diversos mitos “veganchatos”. A autora, Ivonete Lucirio, da revista de estilo de vida e paranóia feminina Woman’s Health, tem diversos outros artigos sobre o vegetarianismo - prós e contras.

Em nenhum momento entendi Ivonete como uma pessoa contra esse estilo de vida. Porém, os argumentos apresentados nos seus artigos são geniais para calar a boca de gente chata. 

Quem nunca ouviu um argumento absurdo de vegetariano? Minha namorada, certa vez, ouviu que desenvolveram uma pasta de amendoim com objetivo de acabar com a fome no mundo. Entende-se então que segundo o “cabeça de alface”, por este motivo, ser vegetariano significaria acabar com a fome no mundo… (difícil de entender)

Ao que minha namorada respondeu: É claro que, em plena fome da África, se você oferecer um suculento filé e uma pasta de amendoim, os famintos vão ficar com a segunda opção! ¬¬

Segue abaixo texto na integra, conforme publicado no Planeta Sustentável:

Vegetariano: que seja por um bom motivo

Ninguém tem nada com a sua vida, mas alguns motivos apontados por quem que se tornar vegetariano não colam

“Quero proteger nosso planeta.”
É verdade que 1 hectare usado na criação de gado produz por ano cerca de 54 kg de CO2, gás acusado de intensificar o efeito estufa. Mas há pesquisas mostrando que os mesmos pastos, constituídos por capim, também retiram CO2 da atmosfera numa proporção bem maior. Além disso, os carros são piores que os bois no quesito “emissão de poluentes”.

Você pretende andar a pé?

“Tenho pena dos bichinhos.”
Hoje em dia as técnicas de abate são menos cruéis. Além disso, você pode optar por comer alimentos orgânicos. Animais “orgânicos” — criados com homeopatia e alimentados apenas com comida orgânica, livre de aditivos — são bem tratados, não podem ficar no vento ou muito tempo no sol e recebem até mesmo tratamento antistress.

“Meu professor de ioga mandou.”

Muitos iogues adotam o vegetarianismo, mas não há regra que diga que uma coisa depende da outra. Adeptos de algumas religiões, como os adventistas, pregam a conversão aos vegetais. Mas sempre tem que ser uma escolha pessoal.

“Quero compensar outros hábitos pouco saudáveis que tenho.”

Não adianta eliminar carne e passar o fim de semana afundada no pufe da sala com um pacote de salgadinhos. O sedentarismo é bem pior para sua saúde do que qualquer picanha.

“Tenho medo de pegar a doença da vaca louca.”

Há pouco mais de uma década, quando a doença atacou o gado, suspeitou-se que ela poderia contaminar os humanos. Apesar das suspeitas, não há provas. Além disso, as vacas loucas foram sacrifi cadas há cerca de dez anos.

“Meu namorado é vegetariano.”

Se ele gostar mesmo de você, não vai se importar se você comer um bifinho. Além disso, não é porque ele adora Fórmula 1 que você vai acordar cedo aos domingos para ouvir aqueles carros barulhentos.

Ser palestrino não é somente apoiar o time e vibrar pelas suas vitórias.
Ser palmeirense é viver e fazer parte do sonho de quatro italianos que, ao seu tempo, representavam os desejos de construir a história de um país que estava praticamente “nascendo”.
Parabéns ao nosso Palestra Itália, parabéns ao futebol brasileiro por contar com um time de tamanha grandeza em seus campos!

Ser palestrino não é somente apoiar o time e vibrar pelas suas vitórias.

Ser palmeirense é viver e fazer parte do sonho de quatro italianos que, ao seu tempo, representavam os desejos de construir a história de um país que estava praticamente “nascendo”.

Parabéns ao nosso Palestra Itália, parabéns ao futebol brasileiro por contar com um time de tamanha grandeza em seus campos!